sexta-feira, 14 de junho de 2013

Dinâmica/textos reflexivos/atividades



Atividade do texto reflexivo - O Toco de Lápis
    O Toco de Lápis

Lá, num fundo de gaveta, dois lápis estavam juntos.
Um era novo, bonito, com ponta muito bem feita. Mas o outro – coitadinho! – era triste de se ver. Sua ponta era rombuda, dele só restava um toco, de tanto ser apontado.

O grandão, novinho em folha, olhou para a triste figura do companheiro e chamou:
– Ô, baixinho! Você, aí embaixo! Está me ouvindo?
– Não precisa gritar – respondeu o toco de lápis. – Eu não sou surdo!
– Não é surdo? Ah, ah, ah! Pensei que alguém já tivesse até cortado as suas orelhas, de tanto apontar sua cabeça!

O toquinho de lápis suspirou:
– É mesmo... Até já perdi a conta de quantas vezes eu tive de enfrentar o apontador...

O lápis novo continuou com a gozação:
– Como você está feio e acabado! Deve estar morrendo de inveja de ficar ao meu lado. Veja como eu sou lindo, novinho em folha!
– Estou vendo, estou vendo... Mas, me diga uma coisa: Você sabe o que é uma poesia?
– Poesia? Que negócio é esse?
– Sabe o que é uma carta de amor?
– Amor? Carta? Você ficou louco, toquinho de lápis?
– Fiquei tudo! Louco, alegre, triste, apaixonado! Velho e gasto também. Se assim fiquei, foi porque muito vivi. Fiquei tudo aquilo que aprendi de tanto escrever durante toda a vida. Romance, conto, poesia, narrativa, descrição, composição, teatro, crônica, aventura, tudo! Ah, valeu a pena ter vivido tanto, ter escrito tanta coisa, mesmo tendo de acabar assim, apenas um toco de lápis. E você, lápis novinho em folha: o que é que você aprendeu?

O grandão, que era um lindo lápis preto, ficou vermelho de vergonha...


                          Pedro Bandeira


                        Estudando o texto
1) Leia a frase abaixo:
 “Sua ponta era rombuda, dela só restava um toco”
Esta frase quer dizer que o lápis era:
a) ( )   fino
b) ( )  pequeno
c) ( )  grande
2)  Os dois lápis estavam:
       a) ( ) no estojo
       b) ( ) na gaveta
       c) ( ) na mochila
3) De acordo com o texto, o grandão novinho em folha, se refere ao:
      a) ( ) lápis sem ponta
      b) ( )lápis pequeno
      c) ( ) lápis novo
4) Leia o trecho:
“Até perdi a conta de quantas vezes eu tive de enfrentar o apontador.”
A expressão em destaque quer dizer que:
        a) ( ) brigar com o apontador
        b) ( ) quebrar o apontador
        c) ( ) ser apontado várias vezes
       5) Leia a frase:
“O lápis novo continuou a gozação.”
A palavra em destaque pode ser substituída por;
         a) ( ) elogio
         b) ( ) zombaria
         c) ( )diálogo
6) Leia o trecho onde o lápis grande fala a seguinte frase:
“ _ Como você está feio e acabado! Deve estar morrendo de inveja de ficar ao meu lado. Veja como eu sou lindo, novinho em folha!”
 O lápis novo, revela uma atitude:
a)  ( ) simpática
         b) ( ) delicada
b)  ( )arrogante

        7) Leia o trecho:
“ Se assim fiquei, foi porque muito vivi.”
O personagem do texto retratado nesta frase é:

a)  ( ) O lápis novo e bonito.
b)  ( )  O lápis de pouco uso.
c)  ( ) O lápis velho e gasto de tanto escrever.

8) Leia o trecho: “Você ficou louco toquinho de lápis?”
 No texto, a frase acima indica:
a) ( )   perder a consciência.
b) ( )    ficar nervoso
c) ( )   ficar contente
 9) O toquinho de lápis, revelou uma condição de:
a)  ( ) tristeza
b)  ( ) insatisfação
             c) ( ) alegria e experiência
10) Por que o lápis grandão, novinho em folha  ficou com vergonha?
a)  ( ) Porque foi desmascarado
b)  ( ) Porque era grandão demais
c)  ( ) Porque percebeu que nada aprendeu.

11) O texto que você acabou de ler nos passa uma mensagem muito bonita. Qual das alternativas abaixo define essa mensagem?
a) ( ) O texto mostra que devemos ter respeito pelos mais velhos, pois eles já viveram várias experiências e possuem grande sabedoria.
b) ( ) O texto mostra que os jovens são donos do conhecimento, por isso os mais velhos devem seguir o exemplos deles.
c) ( ) O texto mostra que devemos ter respeito pelos mais novos, pois eles já viveram várias experiências e possuem grande sabedoria.
12) Qual é o melhor sentido de “lápis novinho em folha”: lápis que já foi apontado diversas vezes ou lápis que nunca foi utilizado?
a) ( ) Lapis com a ponta fina. 
b) ( ) Lápis que nunca foi utilizado.
c) ( ) Lápis que já foi utilizado.
13) Releia o trecho do texto:
“_ Não é surdo? Ah, Ah, Ah!”? Pensei que alguém já tivesse até cortado as suas orelhas, de tanto apontar sua cabeça!”
O que representa a expressão? Ah, Ah, Ah!”?
a) ( ) A expressão representa o som de uma risada. No caso, representa a gozação do lápis velho.
b) ( ) A expressão representa o som de uma risada. No caso, representa a satisfação do lápis velho.
c) ( ) A expressão representa o som de uma risada. No caso, representa a gozação do lápis novo.
14) Observe novamente o trecho a seguir.
“_ Fiquei tudo! Louco, alegre, triste, apaixonado! Velho e gasto também.” 
As palavras destacadas nesse trecho são:
a) ( )  Substantivos, pois nomeiam coisas.
b) ( ) Adjetivos, pois expressam características de um ser.
c) ( ) Artigos, pois acompanham os substantivos.
        Respostas pessoais
15)  Você concorda com a forma do lápis novo tratar o mais velho? Por quê?

16) O lápis mais novo imagina que o mais velho está morrendo de inveja dele. Será que ele tem razão? Por que?

17) No início do diálogo, o lápis novo demonstra toda a sua arrogância, mas, ao ouvir o mais velho, percebeu que não sabe nada ainda e sente vergonha de ter tratado o outro com desprezo. Você já viu um caso parecido com este? Justifique.

18) É verdade que o lápis mais velho, sente tristeza ao ver que o lápis jovem não tem sabedoria nem respeito pelos mais velhos? Justifique.

19) Em sua casa, há pessoas idosas? Quantas?

20) Qual o seu relacionamento com as pessoas mais velhas ?


Ray. Costa, 08/05/12
Gabarito:1b 2b 3c 4c 5b 6c 7c 8a 9c 10c 11a 12b 13c 14b
AULAS DE ENSINO RELIGIOSO - ROTEIROS
ROTEIRO 1 - AULA DE ENSINO RELIGIOSO
A partir da 7ª série ao Médio

Tema: Chamados a assumir e a viver a nossa história

MÚSICA O SOL – JOTA QUEST

* Se possível ter texto em mãos para todos os alunos
* Refletir a partir do clipe (vídeo)

1. Escutar a música
2. Destacar partes importantes
a. O que gostamos de ouvir
b. O que temos dificuldade de ouvir
c. Quem é o sol na nossa vida
d. Para onde vamos

3. (Caso tiver possibilidade de assistir clipe) em grupos e/ou individualmente responder sobre:
a) Quais são suas dores?
b) A quem você escuta?
c) O que você quer?
d) Quais são seus medos?
e) O que lhe dá segurança?
f) Quais são seus sonhos?
g) Quem lhe importa?
h) Para onde você vai?
i) Quem vai com você?

4. Partilhar
5. Concluir com a música ALMIR SATER – Tocando em frente

ROTEIRO 2 - AULA DE ENSINO RELIGIOSO
Em todas as turmas com as devidas adaptações

Tema: Chamados a valorizar todas as pessoas na nossa vida.

1. Realizar com os alunos a dinâmica das pessoas importantes*
2. Aprofundar temática com o slide VOCAÇÃO e/ou filme O QUE É VOCAÇÃO

3. Concluir com a pesquisa vocacional.
- Cada aluno (individual) receberá a sua ficha vocacional

• O objetivo da pesquisa vocacional é saber o que qual cada pensa em seguir para que depois a escola com o auxílio do frei e demais pessoas possam ajudar os alunos na orientação vocacional e profissional.

Obs.: O resultado da pesquisa vocacional, caso houver algum menino e/ou menina interessada em seguir a Vida Religiosa e Sacerdotal que seja feita o encaminhamento destas fichas para o frei afim de que sejam enviadas para o frei responsável pela Animação Vocacional


* Ver texto em anexo

ROTEIRO 3 - AULA DE ENSINO RELIGIOSO
A partir do 5° Ano do Ensino Fundamental

Tema: Chamados a ser instrumentos paz e do bem!

TEXTO REFERENCIAL: ORAÇÃO DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS (ver vídeos e slides)

1. Projetar e/ou entregar para cada aluno cópia da Oração de São Francisco de Assis
2. Ler em conjunto a Oração
3. Pedir cada aluno escolher uma frase da Oração
4. Pedir para que alguns alunos leiam em voz alta a parte escolheu
5. Formar grupos de 4 a 5 pessoas
6. Partilhar as frases no grupo
7. Escolher uma frase por grupo
8. Ver uma forma de apresentar esta frase e sua mensagem (pode ser feito o pedido para que a frase seja atualizada, ou seja, trazida para a nossa realidade) para o grande grupo (encenação, música, dramatização, cartaz, etc.)
9. Partilhar o trabalho dos grupos
10. Pedir para que cada qual reescreva a Oração fazendo uma atualização para os nossos dias
11. Concluir com o clipe, ou filme de São Francisco e/ou a livre escolha do(a) professor (a)
12. Concluir com a Música – UMA CHANCE PRÁ PAZ – CLIPE EM ANEXO



ROTEIRO 4 - AULA DE ENSINO RELIGIOSO
A partir do 5° Ano do Ensino Fundamental


Tema: Chamados a transformar o mundo para que tenha VIDA E VIDA EM ABUNDÂNCIA.

1. CLIPE – VIDA
2. Realizar dinâmica do quero sobretudo*
3. ORIENTAÇÃO:
a. Para realizar a dinâmica quem a conduz pode entregar para cada aluno uma folha já com os itens xeroca e/ou pedir que eles enumerem 20 ou mais itens necessários para que possam viver bem
b. Depois criar motivos para ir eliminando palavras, por exemplo, para você ajudar um amigo teve que abrir mão de 3 coisas da sua lista (abrir mão = a riscar)
c. Ao final deixar sobrar um ou dois itens por aluno
d. Ver quais foram os itens mais relevantes na turma (valores, etc.)
4. Aprofundar temática com o FILME: GLADIADOR (EM ANEXO) e/ou VOCÊ APRENDER
5. Destacar elementos centrais do filme e comparar com o resultado da dinâmica
6. FAZER UM CARTAZ E OU PAINEL COM AS PALAVRAS QUE “SOBRARAM” DA DINÂMICA DO QUERO SOBRETUDO
7. CONCLUIR

ROTEIRO 5 - AULA DE ENSINO RELIGIOSO
A partir do 5° Ano do Ensino Fundamental


Tema: Chamados a lançar a BOA SEMENTE.

1. SEMENTE - ARMANDINHO
2. Leitura da Parábola do Semeador – Mt 13, 4-9
3. Breve reflexão e partilha em conjunto
4. QUESTIONAMENTOS: Que tipo de solo eu sou? Que semente sou? O que quero deixar para a eternidade? O que estou fazendo para melhorar a vida do meu lugar? Qual o meu interesse como semente – será que vale a pena nascer?
5. Entregar para cada qual um pacotinho (aqueles para colocar PIPOCA nas festas juninas)
6. Escrever do lado interno uma qualidade que eu tenho
7. Colocar sementes no centro e cada qual põe algumas no seu pacotinho
8. Após todos terem colocado sementes em seus pacotinhos convidar para que cada qual contemple a palavra que escreveu e valorize o dom como presente de Deus.
9. Partilhar sementes com outros colegas
10. Ler texto em forma de jogral. O SONHO DE UMA SEMENTE
11. CONCLUIR COM O CLIPE: EU CREIO NA SEMENTE

MATERIAL:
- Sementes (várias – tipo 2 kg de arroz, feijão, etc)
- Pacotinhos de pipoca vazios (podem ser feitos pelos alunos com meia folha de papel ofício
- Bíblia e caneta
- Classes em círculo
Dinâmicas de grupo1 Dinâmica das Varinhas
Material a ser usado: Um feixe de 16 varinhas (pode-se usar palitos de churrasco) Objetivo: União do grupo. A fé como força que pode agregar unir e dar resistência às pessoas. 1. Pedir que um dos participantes pegasse uma das varinhas e a quebre. (o que fará facilmente).2. Pedir que outro participante quebrássemos cinco varinhas juntas num só fHGeixe(será um pouco mais difícil).3. Pedir que outro participante, quebre todas as varinhas que restaram, senão conseguir, poderá chamar uma outra pessoa para ajudá-lo.4. Pedir que todos os participantes falem sobre o que observaram econcluíram.5. Terminar com uma reflexão sobre a importância de estarmos unidos.
2 Dinâmica: Duas máscaras
Material: Folhas em branco, Canetas ou hidrocor,Barbante de 50 cm, Tesoura.Desenvolvimento : Cada participante recebe umfolha em branco. Em cada lado da folha desenhauma máscara e escreve :Lado 1 : Aquilo que acha que é. ( alegre, triste, feio, bonito. ) ( Como me vejo )Lado 2 : Escreve como os outros me vêem. ( 3 aspectos como os outros mevêem. )Colocar a máscara no rosto do lado "como mevejo". Circular pelo ambiente lendo o que estáescrito na máscara dos outros e deixando que aspessoas leiam o que está escrito na sua.Após um tempo, mede-se o lado da máscara econtinua a circular, se conhecendo.Partilhar em grupo como cada um acha que é, o queos outros acham, etc
 
3
Dinâmica: Auto confiança
Material: Venda para os olhos.Desenvolvimento : Formar duplas com todo o grupo.Em cada dupla, uma pessoa é vendada e a outra aconduz para dar um passeio fazendo-a passar por situações diversas ( se possível ) Escadas, por meio de cadeiras.Depois de alguns minutos, inverter os papéis.No final, fazer uma avaliação : Como foi aexperiência, como se sentiu?, como foi ser conduzido?, como foi conduzir?"Devemos nos entregarmos nas mãos de Deus semmedo, deixar Deus nos conduzir."4
Dinâmica do nó
Material: Não é necessárioDesenvolvimento : Os participantes de pé, formamum círculo e dão as mãos. Pedir para que não seesqueçam quem esta a seu lado esquerdo e direito.Após esta observação, o grupo deverá caminhar livremente. a um sinal do animador o grupo devepara de caminhar e cada um deve permanecer nolugar exato que está. Então cada participantedeverá dar a mão a pessoa que estava a seu lado (sem sair do lugar, ou seja,de onde estiver ) mão direita para quem segurava a mão direita e mãoesquerda para quem segurava a mão esquerda.(como no início )Com certeza, ficará um pouco difícil devido adistância entre aqueles que estavam próximos noinício, mas o animador tem que motivar para queninguém mude ou saia do lugar ou troque ocompanheiro com o qual estava de mãos dadas.Assim que todos estiverem ligados aos mesmoscompanheiros, o animador pede que voltem para aposição natural, porém sem soltarem as mãos e emsilêncio. ( O grupo deverá desamarrar o nó feitoe voltar ao círculo inicial, movimentando-sesilenciosamente.) Se após algum tempo nãoconseguirem voltar a posição inicial, o animador libera a comunicação.Enfim, partilha-se a experiência vivenciada.(destacar as dificuldades. )
Obs : Sempre é possível desatar o nócompletamente, mas quanto maior for o grupo, maisdifícil fica. Sugerimos que se o grupo passar de30, os demais ficam apenas participando de fora.5
Dinâmica: 30 SEGUNDOS
- Participantes: 10 a 30 pessoas- Tempo Estimado: 30 minutos- Modalidade: Debate.- Objetivo: Estimular a participação de todos por igual nas reuniõese evitar interrupções paralelas.- Material: Nenhum.- Descrição: O coordenador apresenta um tema a ser discutido pelogrupo. Baseado neste tema, cada integrante tem trinta segundos parafalar sobre o assunto apresentado, sendo que ninguém, em hipótesealguma, pode ultrapassar o tempo estipulado, ao mesmo tempo em que osoutros integrantes devem manter-se em completo silêncio. Se ocomentário terminar antes do término do tempo, todos devem manter-seem silêncio até o final deste tempo. Ao final, a palavra o tema podeser, então, debatido livremente. O coordenador também pode desviar,utilizando como tema, por exemplo, "saber escutar e falar",introduzir questões como:* Sabemos respeitar e escutar (e não simplesmente ouvir) a opinião dooutros?* Conseguimos sintetizar nossas opiniões de maneira clara eobjetiva?
6 Dinâmica: TROCA DE UM SEGREDO
- Participantes: 15 a 30 pessoas- Tempo Estimado: 45- Modalidade: Problemas Pessoais.- Objetivo: Fortalecer o espírito de amizade entre os membros dogrupo.- Material: Lápis e papel para os integrantes.- Descrição: O coordenador distribui um pedaço de papel e um lápispara cada integrante que deverá escrever algum problema, angústia oudificuldade por que está passando e não consegue expressar oralmente.Deve-se recomendar que os papéis não sejam identificados a não ser que o integrante assim desejar. Os papéis devem ser dobrados de modosemelhante e colocados em um recipiente no centro do grupo. Ocoordenador distribui os papéis aleatoriamente entre os integrantes.Neste ponto, cada integrante deve analisar o problema recebido como
 
se fosse seu e procurar definir qual seria a sua solução para omesmo. Após certo intervalo de tempo, definido pelo coordenador, cadaintegrante deve explicar para o grupo em primeira pessoa o problemarecebido e solução que seria utilizada para o mesmo. Esta etapa deveser realizada com bastante seriedade não sendo admitidos quaisquer comentários ou perguntas. Em seguida é aberto o debate com relaçãoaos problemas colocados e as soluções apresentadas.Possíveis questionamentos:- Como você se sentiu ao descrever o problema?- Como se sentiu ao explicar o problema de um outro?- Como se sentiu quando o seu problema foi relatado por outro?- No seu entender, o outro compreendeu seu problema?- Conseguiu pôr-se na sua situação?- Você sentiu que compreendeu o problema da outra pessoa?- Como você se sentiu em relação aos outros membros do grupo?- Mudaram seus sentimentos em relação aos outros, como conseqüênciada dinâmica?
 
se fosse seu e procurar definir qual seria a sua solução para omesmo. Após certo intervalo de tempo, definido pelo coordenador, cadaintegrante deve explicar para o grupo em primeira pessoa o problemarecebido e solução que seria utilizada para o mesmo. Esta etapa deveser realizada com bastante seriedade não sendo admitidos quaisquer comentários ou perguntas. Em seguida é aberto o debate com relaçãoaos problemas colocados e as soluções apresentadas.Possíveis questionamentos:- Como você se sentiu ao descrever o problema?- Como se sentiu ao explicar o problema de um outro?- Como se sentiu quando o seu problema foi relatado por outro?- No seu entender, o outro compreendeu seu problema?- Conseguiu pôr-se na sua situação?- Você sentiu que compreendeu o problema da outra pessoa?- Como você se sentiu em relação aos outros membros do grupo?- Mudaram seus sentimentos em relação aos outros, como conseqüênciada dinâmica?
7 Dinâmica: ABRA O OLHO MEU IRMÃO
- Participantes: 7 a 30 pessoas- Tempo Estimado: 20 minutos- Modalidade: Visão da Sociedade.- Objetivo: Tomar consciência da luta desigual que enfrentamos emnossa sociedade.- Material: Dois panos para fechar os olhos e dois chinelos ouporretes feitos com jornais enrolados em forma de cacetete.- Observação: Possíveis leituras do Evangelho - Mc 10, 46-52 ou Lc24, 13-34.- Descrição: Dois voluntários devem ter os rostos cobertos e devemreceber um chinelo ou porrete. Depois devem iniciar uma briga decegos, para ver quem acerta mais o outro no escuro. O restante dogrupo apenas assiste. Assim que inicia a "briga", o coordenador fazsinal para o grupo não dizer nada e desamarra a venda dos olhos de umdos voluntários e deixa a briga continuar. Depois de tempo suficientepara que os resultados das duas situações sejam bem observados, ocoordenador retira a venda do outro voluntário e encerra aexperiência, abrindo um debate sobre o que se presenciou no contextoda sociedade atual. A reação dos participantes pode ser muitovariada. Por isso, é conveniente refletir algumas posturas como:indiferença x indignação; aplaudir o agressor x posicionar-se paradefender o indefeso; lavar as mãos x envolver-se e solidarizar-se como oprimido, etc. Alguns questionamentos podem ajudar, primeiro
 
perguntar aos voluntários como se sentiram e o por quê. Depois dar apalavra aos demais participantes. Qual foi a postura do grupo? Paraquem torceram? O que isso tem a ver com nossa realidade? Quais ascegueiras que enfrentamos hoje? O que significa ter os olhosvendados? Quem estabelece as regras do jogo da vida social, políticae econômica hoje? Como podemos contribuir para tirar as vendas dosolhos daqueles que não enxergam?
8 Dinâmica: AFETO
- Participantes: 7 a 30 pessoas- Tempo Estimado: 20 minutos- Modalidade: Demonstração de Afeto.- Objetivo: Exercitar manifestações de carinho e afeto.- Material: Um bichinho de pelúcia.- Descrição: Após explicar o objetivo, o coordenador pede para quetodos formem um círculo e passa entre eles o bichinho de pelúcia, aoqual cada integrante deve demonstrar concretamente seu sentimento(carinho, afeto, etc.). Deve-se ficar atento a manifestações verbaisdos integrantes. Após a experiência, os integrantes são convidados afazer o mesmo gesto de carinho no integrante da esquerda. Por último,deve-se debater sobre as reações dos integrantes com relação asentimentos de carinho, medo e inibição que tiveram
9 Dinâmica: CASA, MORADOR E TERREMOTO
- Participantes: De 5 trios para cima mais 2 pessoas . Exemplo: 6 trios (6x3 18 pessoas ) + 2 pessoas . Total 20 pessoas .- Tempo Estimado: até que a mesma pessoa sobre três vezes .- Modalidade: Quebra Gelo.- Objetivo: Fazer com que os jovens que participarão de uma assembléia oureunião do tipo se soltem e participam mais soltos .- Material: uma cadeira ou banco e um espaço não muito apertado.- Descrição: O ANIMADOR fica encima da cadeira ou banco explicando paraquese formem os trios, sendo que em cada trio ficam duas pessoas, uma defrentepara outra, de mãos dadas e a terceira pessoa no meio das duas . Apósformado todos os trios, tem que ficar sobrando uma pessoa ( somente umapessoa ) . O ANIMADOR vai descrevendo os papéis de cada um . Aquelesqueestão no trio no meio das duas pessoas serão os MORADORES, os que estãodemãos dadas serão as CASAS e aquele que sobrou deverá, após o comando,
 
fazer parte de uma CASA ou ser um MORADOR . Os comandos: 1.o) Quando oANIMADORfalar MORADOR, aí os MORADORES de cada trio deverão sair de suasCASAS eprocurar outra, aquele que estava de fora aproveitará e procurará uma novaCASA . 2.o) Quando o ANIMADOR falar CASA, as CASAS deverão deixar seusMORADORES e procurar outro MORADOR mas só pode sobrar uma pessoa,se sobrar duas pessoas os integrantes da CASA poderão virar um MORADOR . 3.o)Quando oANIMADOR falar TERREMOTO aí vai ser uma bagunça geral, tanto osMORADORESquanto as CASAS deverão se desmanchar por completo e formarem novasCASAS enovos MORADORES . Aquela pessoa que sobrar três vezes deverá pagar ummicopré determinado ou não .Possíveis questionamentos:- Vocês se concentraram para entendimento da dinâmica ?- Houve algum tipo de vantagem ou combinação, tipo panelinha, para que oamigo mais próximo não sobrasse ?- Houve respeito na hora da explicação da dinâmica ?- Alguém se preocupou de incentivar os mais tímidos a participarem dadinâmica ?
10 Dinâmica: Amigos de JÓ
- Participantes: Quantas pessoas quiserem .- Tempo Estimado: indeterminado .- Modalidade: Ação coletiva .- Objetivo: Desenvolver uma preocupação coletiva para que todos acertemsenão o objetivo não será alcançado porquê todos os integrantes do gruposãoimportantes na execução de uma tarefa .- Material: Um pé do próprio calçado do participante e um lugar onde possaformar um círculo de acordo com o número dos participantes .- Descrição: O ANIMADOR explicará sobre esta antiga brincadeira de passar oobjeto ( no caso o calçado ) de acordo com a letra da música:"Amigos de jó/Jogava cachangá/Tira/Põe/Deixa ficar/Guerreiros com guerreiros fazem/
 
Zig-Zig-Zá/Guerreiros com guerreiros fazem/Zig/Zig/Zá"Os participantes deverão retirar um de seus calçados, formarem um círculoagachados, colocarem o calçado em frente de si mesmos e quando começar amúsica todos deverão passar simultaneamente e compassadamente oscalçadospara o seu respectivo vizinho no sentido anti-horário até quando falar "Cachangá" . Quando falar "tira" todos os participantes deverão pegar ocalçado e levantar, quando falar "Põe" deverão abaixar o calçado na suaprópria frente . Quando falar "Deixa ficar" todos deverão largar o calçadoem suas frentes e fazer o gesto simbólico de "fica aí" . De "guerreiros" até"fazem" volta a passar o calçado para o vizinho no mesmo sentidoanti-horário e na parte "zig/zig/zá" simultaneamente todos pegam o calçadosem soltá-lo colocam na frente do vizinho, volta na sua frente e deixa nafrente do vizinho, isto tudo de acordo com o ritmo da música .Possíveis questionamentos:- Certamente, quanto mais participantes todos perguntarão porquê nãoconseguem terminar a música com todos acertando a dinâmica ?- Você poderá questionar se alguns só faziam a sua parte ou se além da suaparte orientavam seus vizinhos para não errarem !
11
Dinâmica: COMPRIMIDO PARA A FÉ
Material a ser usado: Três copos com água. Três comprimidosefervescentes. (aqueles com envelope tipo sonrisal)Utilidade pastoral: Nós, Templo do Espírito Santo. A graça de Deus navida do cristão.1. Colocar três copos com água sobre a mesa.2. Pegar três comprimidos efervescentes, ainda dentro da embalagem.3. Pedir para prestarem atenção e colocar o primeiro comprimido com aembalagem ao lado do primeiro copo com água.4. Colocar o segundo comprimido dentro do segundo copo, mas com aembalagem.5. Por fim, retirar o terceiro comprimido da embalagem e colocá-lodentro do terceiro copo com água.6. Pedir que os participantes digam o que observaram
12 Dinâmica: COMUNICAÇÃO GESTICULADA
- Participantes: 15 a 30 pessoas- Tempo Estimado: 30 minutos- Modalidade: Comunicação Gestual.- Objetivo: Analisar o processo de comunicação gestual entre osintegrantes do grupo.- Material: Aproximadamente vinte fichas com fotografias ou desenhospara serem representados através de mímicas.- Descrição: O coordenador auxiliado por outros integrantes deveencenar através de mímicas (sem qualquer som) o que está representadonas fichas, cada qual em um intervalo de aproximadamente um minuto.Os demais integrantes devem procurar adivinhar o que foirepresentado. Em seguida, deve-se comentar a importância dacomunicação nos trabalhos e atividades do cotidiano, bem como doentrosamento dos integrantes do grupo para que juntos possam atémesmo sem se comunicar entender o que os outros pensam ou desejamfazer.
13 Dinâmica: CONHECENDO MELHOR O GRUPO
 - Participantes: 7 a 15 pessoas- Tempo Estimado: 20 minutos- Modalidade: Objetivos Individuais.- Objetivo: Compreender os objetivos individuais e sua relação com ogrupo.- Material: Lápis e papel para os integrantes.- Observação: O horizonte do desejo pode ser aumentado, como por exemplo, um sonho que se deseja realizar no decorrer da vida.- Descrição: O coordenador pede aos integrantes que pensem nasatividades que gostariam de fazer nos próximos dias ou semanas(viagens, ir bem numa prova, atividades profissionais, familiares,religiosas, etc.). Então, cada integrante deve iniciar um desenho querepresente o seu desejo na folha de ofício. Após trinta segundos ocoordenador pede para que todos parem e passem a folha para o vizinhoda direita, e assim sucessivamente a cada trinta segundos até que asfolhas voltem à origem. Então cada integrante descreve o que gostariade ter desenhado e o que realmente foi desenhado. Dentre asconclusões a serem analisadas pelo coordenador pode-se citar:* Importância de conhecermos bem nossos objetivos individuais ecoletivos;* Importância de sabermos expressar ao grupo nossos desejos e nossasdificuldades em alcançá-los;* O interesse em sabermos quais os objetivos de cada participante do
 
grupo e de que maneira podemos ajudá-los;* Citar a importância do trabalho em grupo para a resolução deproblemas;* Outros
 
do espaço com o lixo . Eles certamente não se sentirão à vontade mas faça aoração inicial mesmo assim . Logo depois o ANIMADOR explica que teremosumadinâmica com dois times ( sugestão: pode ser moças contra os rapazes ),cadatime deverá se livrar da sujeira antes do outro, aquele time que terminar delimpar antes será o vencedor . Enquanto eles estiverem limpando vocêescolheduas pessoas ( OS BAGUNÇADORES ) de cada time para bagunçar e sujar aáreado adversário, peça para espalhar a sujeira do outro, pegar o lixo queestiver no balde e espalhar novamente, fazendo com quê a turma empurre olixo para a área do time adversário . Após um 15 minutos peça para todospararem e sentarem ( inclusive os BAGUNÇADORES ) e inicie osquestionamentos.Possíveis questionamentos:- Será que realmente nos preocupamos em zelar pelo nosso meio ambiente ?- Será que sempre tentamos nos livrar das sujeiras em frente da nossa casaempurrando o lixo para frente da calçada do vizinho, como hoje estávamos jogando o lixo na área do outro time ?- Será que ao se livrarmos dos nossos lixos nós se preocupamos em nãodeixar as águas das chuvas levar esses lixos para bueiros, córregos, rios etcprovocando enchentes e inundações nas casas das pessoas que moram emlocaiscríticos ?- Será que ao atirarmos um saco de lixo em terrenos baldios nós sepreocupamos com os moradores ao redor que ficam expostos à proliferaçãodeinsetos e ratos, causando doenças à seus familiares ?- Será que quando chupamos uma bala, uma pastilha, um sorvete etc nospreocupamos em jogar a embalagem no lixo ou desistimos rapidamente deachar um lixo e jogamos a embalagem no chão ?- Será que Deus fica contente ao saber que nós, ao viajarmos pelas estradas,ficamos atirando todo tipo de lixo e até bitucas de cigarros que provocamincêndios no nosso mundo que Ele criou ?- Que tal ao vermos um de nossos amigos jogando a embalagem de bala nochão,chamássemos a atenção dele para guardar aquela embalagem no bolso atéencontrar uma lixeira ? Imagine se ele habitua-se a fazer isso e passar essepensamentos aos conhecidos dele !
 
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Dinâmica: Condutor Cego
Público e Contexto: Grupos em RdP, com pelo menos alguns meses decaminhadae algum projeto em execuçãoObjetivo: Trabalhar a comunicação entre os membros dos grupos, estimular pessoas que falem pouco e pessoas ouvem pouco a participarem econtribuirem mais.Material: Algumas cadeiras de rodas (uma por dupla) alguns obstáculos(mesas, cadeiras, panos molhados, vasos de planta, etc).Preparação: Quem estiver assessorando os trabalhos deve tentar identificar ou o grupo pode identificar as pessoas que tenham dificuldades paraexpressar suas opiniões e pessoas que tenham dificuldade em ouvir as opiniões dosdemais membros do grupo.É preciso criar um caminho com início e final, várias alternativas de caminho(não criar um curral) e espalhar os obstáculos, podemos criar um competição(ver qual dupla chega primeiro ou espalhar objetos para que sejam recolhidose contados ao final)Tempo: 10 min mais avaliaçãoProcedimento: "aqueles que falam pouco" devem ficar sentados nas cadeirase com pés e mão atados, "os que ouvem pouco" devem estar vendados edevem ser girados antes de assumirem a condução da cadeira. Depois reunir todos e avaliar a atuação de cada um.Nome: Como eu me vejo e como vocês me vêemObjetivo: Comparar como as pessoas se vêem e como são vistas pelasoutras pessoas do grupoMaterial: papel, lápis e borracha.Tempo: Meia horaProcedimento: Cada membro deve ter duas folhas de papel, uma para que elese descreva e outra para que os demais o descrevam, depois cada membrodeve fazer seus "retratos" e compará-losReflexão: Será que sou o que pareço ser? Será que sou o que quero ser?17
Dinâmica: Olá, como vai?
Público e Contexto: Grupos em nucleação, encontros, retiros, com pessoasque não se conhecem.Objetivo: "quebrar o gelo"Material: nenhumTempo: 1 hora (dependendo do número de pessoas é possível dividir emgrupos e cada grupo realizar a sua dinâmica)
 
Procedimento: Formar um círculo, com todos os participantes, pedir que cadaum e apresente e procure conversar alguns minutos com a pessoa a suaesquerda e a sua direita. Pedir que todos mudem de posição aleatóriamente epedir que após a mudança novamente se apresentem e conversem um poucoe falem sobre as duas pessoas com quem falaram antes. Depois cadamembro fala em plenário, em no máximo 3 minutos, se apresenta e fala sobreas 4 pessoas às quais se apresentou.18
Dinâmica: Roda Viva
Objetivos:1- Debater um tema e desenvolvê-lo de forma participativa.2-Envolver a todos do grupo no debate.3-Falar sobre o que cada um sabe a respeito de um assunto.4-Saber expor e ouvir.Passos:1- Fazer dois círculos, um de frente para o outro, de pé.2- O círculo de dentro fica parado no lugar inicial e o círculo de fora girapara a esquerda, a cada sinal dado pelo animador ou coordenador do grupo.3- Cada dupla fala sobre o assunto colocado para reflexão, durante doisminutos, sendo um minuto para cada pessoa.4- O Círculo de Fora vai girando até chegar no par inicial.5- Depois deste trabalho, realiza-se um plenário, onde as pessoasapresentamconclusões, tiram dúvidas, complementam idéias.6- Complementação do assunto pelo coordenador.Observações:1- O assunto deve ser preparado pelo coordenador, com antecedência.2- Os participantes do grupo devem pesquisar e fazer leituras prévias sobreo assunto.Avaliação:- O que descobrimos sobre o assunto?- Como nos sentimos durante a dinâmica?- O que foi positivo?- Que ensinamentos podemos tirar para o grupo?
19 Dinâmica: Juri Simulado
Objetivos:1- Estudar e debater um tema, levando todos os participantes do grupo seenvolverem e tomar uma posição.2- Exercitar a expressão e o raciocínio.3- Desenvolver o senso crítico:Participantes: (Funções)Juiz: Dirige e coordena o andamento do júri.Advogado de acusação: Formula as acusações contra o réu ou ré.Advogado de defesa: Defende o réu ou ré e responde às acusaçõesformuladaspelo advogado de acusação.Testemunhas: Falam a favor ou contra o réu ou ré, de acordo com o que tiver sido combinado, pondo em evidência as contradições e enfatizando osargumentos fundamentais.Corpo de Jurados: Ouve todo o processo e a seguir vota: Culpado ouinocente,definindo a pena. A quantidade do corpo de jurados deve ser constituído por número impar:(3, 5 ou 7)Público: Dividido em dois grupos da defesa e da acusação, ajudam seusadvogados a prepararem os argumentos para acusação ou defesa. Durante o juri, acompanham em silêncio.Passos:1- Coordenador apresenta o assunto e a questão a ser trabalhada.2- Orientação para os participantes.3- Preparação para o júri.4- Juiz abre a sessão.5- Advogado de acusação (promotor) acusa o réu ou ré (a questão em pauta).6- Advogado de defesa, defende o réu ou a ré.7- Advogado de acusação toma a palavra e continua a acusação.8- Intervenção de testemunhas, uma de acusação.9- Advogado de defesa, retoma a defesa.10- Intervenção da testemunha de defesa.11- Jurados decidem a sentença, junto com o juiz.12- O público, avalia o debate entre os advogados, destacando o que foi bom,o que faltou.13- Leitura e justificativa da sentença pelo juiz.Avaliação:- Que proveito tiramos da dinâmica?- O que mais nos agradou?- Como nos sentimos?- O que podemos melhorar?
 
20 Dinâmica: Cochicho
Objetivos1- Levar todos do grupo a participar de uma discussão.2- Colher opiniões e sugestões de um grupo, e sondar-lhes os interesses.3- Criar uma atmosfera informal e democrática durante um estudo, debate.4- Dar oportunidade para a troca de idéias dentro de um grupo.5- Ajudar as pessoas a se libertarem das suas inibições.6- Obter rapidamente idéias, opiniões e posições dos participantes de umgrupo.Componentes:1- Coordenador: orientar e encaminhar o trabalho2- Secretário: anota no quadro ou flanelógrafo, as idéias dos participantes3- Público: participantes do grupo.Passos1- coordenador expõe de forma clara uma questão, solicitando idéias dogrupo;2- Coordenador divide o grupo de 2 em 2 ou 3 em 3 (depende do número departicipantes do grupo)3- Formados os grupos, passam a trabalhar. Cada grupo tem 2, 3 ou 4minutospara expor suas idéias, sendo um minuto para cada participante.4- Uma pessoa de cada grupo expõe em plenário,. a síntese das idéias de seugrupo.5- O secretário procura anotar as principais idéias no quadro, ou numpapelógrafo.6- O coordenador faz um comentário geral, esclarece dúvidas.7- Alguém do grupo pode fazer uma conclusão.Avaliação1- O que aprendemos?2- O que descobrimos em relação ao grupo?3- O que precisamos aprofundar sobre este assunto?21
Dinâmica: ENTREVISTA
Objetivos1- Obter conhecimentos, informações ou mesmo opiniões atuais a respeito deum tema.2- Utilizar melhor os conhecimentos de um especialista sobre o tema.3- Obter mais informações em menos tempo.4- Tornar o estudo de um tema, mais dinâmico.Componentes:1- Coordenador (O próprio coordenador do grupo)2- Entrevistado (Pessoa versada no tema de interesse do grupo)3- Auditório (os demais participantes do grupo)
 
Passos:1- coordenador apresenta em breves palavras, um tema, deixando váriasdúvidas sobre o mesmo. (proposital)2- Coordenador levanta com o grupo, a possibilidade de completar oconhecimento através de entrevista junto a pessoas que são estudiosas doassunto.3- O grupo define o entrevistado.4- O grupo, orientado pelo coordenador prepara as perguntas para aentrevista.5- Convite ao entrevistado6- Representante do grupo faz as perguntas.7- Auditório vai registrando as respostas.8- Coordenador possibilita comentários sobre as respostas dadas peloentrevistado.9- Coordenador faz uma síntese de todo o conteúdo.10- Discussão sobre o assunto.11- Grupo (auditório) apresenta verbalmente, suas conclusões.Avaliação1- Para que serviu a dinâmica?2- O que descobrimos através de entrevista?3- O que gostaríamos de aprofundar sobre o assunto?22
Dinâmica: - Dramatização
Objetivos1- Criar condições para a participação psicológica em uma discussão.2- Pesquisa um assunto e apresentá-lo, simuladamente.3- Libertar a discussão da centralização numa pessoa4- Facilitar a comunicação mostrando ao invés de apenas falar.5- Dar calor e vida aos fatos estudados.6- Comprovar as diversas formas de encarar uma situação-problema.7- Desenvolver a sensibilidadeComponentes1- Diretor de cena: Promove discussão, esforçando-se para que todosparticipem dela.2- Atores: Membros do grupo3- Auditório: Outros membros da comunidadePassos1- Preparo1.1- Estudo do tema: pesquisa, debate, etc1.2- Prepara-se o assunto a ser dramatizado1.3- Define-se personagens e suas características1.4- Prepara-se os atores1.5- Prepara-se o cenário
 
1.6- Prepara-se disfarces, etc.2- Representação3- Discussão3.1 Atores avaliam a apresentação, destacando impressões, animação,envolvimento, relações, aprendizagem, dificuldades
 
- O que pode ocorrer no confronto (choque) de duas culturas diferentes?- Como analisamos a colonização do Brasil, a partir da encenação?- Quais as consequências para nós, hoje?- refletir as encenações à luz dos textos: Mt. 7,1-15 e Is. 10,1-4.7- Coordenador procura sintetizar o debate.8- Avaliação:- O terceiro subgrupo avalia o trabalho, emitindo opiniões.Avaliação1- O que aprendemos?2- Como nos sentimos?
28 Dinâmica: - Sociodrama
Objetivos1- Refletir e comunicar um problema.2- Desenvolver a sensibilidade para problemas vitais.3- Conscientizar-se sobre atitudes positivas ou negativas diante deproblemas vitais.Passos1- Escolher um coordenador para dirigir o trabalho.2- Escolher com o grupo um fato real, concreto, próximo à vida do grupo. Umfato atraente e que apresente algum conflito. Cada um pode contar um fato.Depois o grupo escolhe o mais atraente.3- Definir o gênero (na arte dramática há dois gêneros básicos: a tragédia ea comédia)4- Construir a história. O grupo já tem um fato inspirador. Agora é precisoconstruir uma história. Dependendo do tema do fato, pode-se fazer pesquisas.5- Caracterizar os personagens: ao construir a história, é bom já ir definindo os personagens principais. É preciso deixar claro ascaracterísticas de cada personagem na representação (ex.: dominante, astuto,bobo, brincalhão, paternalista, etc). Observação: Não há necessidade demuitos personagens em um sociodrama.6- Armar o roteiro: É preciso ordenar as cenas das história. Definir bem oque acontece em cada cena e os personagens que vão atuar nela. Cadapersonagem ensaia o seu papel.7- Organizar a apresentação: Preparar o cenário, os disfarces para ospersonagens, o fundo musical..8- Realizar o sociodrama, fazendo os espectadores participarem. Dialogar comos espectadores, reconstruindo a história, analisando a história, levantandopropostas para mudar o quadro.
 
Avaliação1- Como nos sentimos?2- Que ensinamentos podemos tirar da experiência?3- Do que mais gostamos?29
Dinâmica: - Quem sou eu?
ObjetivoTornar os membros do grupo conhecidos rapidamente, num ambienterelativamente pouco inibidor.Passos1- Cada um recebe uma folha com o título: "Quem sou eu?"2- Durante 10 minutos cada um escreve cinco ítens em relação a si mesmo,quefacilitem o conhecimento.3- A folha escrita será fixada na blusa dos participantes.4- Os componentes do grupo circulam livremente e em silêncio pela sala, aosom de uma música suave, enquanto lêem a respeito do outro e deixa que osoutros leiam o que escreveu a respeito de si.5-Logo após reunir 2 a 3 colegas, com os quais gostariam de conversar parase conhecerem melhor. Nesse momento é possível lançar perguntas queordinariamente não fariam.Avaliação1- Para que serviu o exercício?2- Como nos sentimos?30
Dinâmica: - Loteria de Apresentação
Objetivo1- Favorecer o conhecimento entre os participantes de um grupo.Passos1- O coordenador entrega uma ficha e um lápis a cada participante, pedindoque escrevam seu nome e a devolvam à ele.2- Entrega a seguir, o cartão de loteria, como o modelo abaixo:
 
e pede aos presentes que anotem o nome de seus companheiros à medidaque forem lidos pelo coordenador, de acordo com as fichas entregues pelogrupo. Cada qual escreve no espaço que desejar.3- Quando todos estiverem com o seu cartão pronto, o coordenador explicacomo jogar: conforme forem sendo repetidos os nomes dos participantes,cada um vai assinalando o cartão, no lugar onde consta o nome citado, comoem uma cartela de bingo. A primeira pessoa que completar uma fileira,ganhará dez pontos.O exercício poderá ser repetido várias vezes.Avaliação1- Para que serviu a dinâmica?31
Dinâmica: Cartão Musical.
Objetivo1- Facilitar o relacionamento entre os participantes de um grupo.Passos1- Coordenador distribui um cartão, um lápis e um alfinete para cadaparticipante e pede que cada um escreva no cartão o nome e prenda-o nablusa. (Não pode ser apelido)2- Os participantes sentam-se em círculo. O coordenador coloca-se no centroe convida os demais a cantar:"Quando vim para este grupo, um(a) amigo(a) eu encontrei (o coordenador escolhe uma pessoa) como estava ele(a) sem nome, de (nome da pessoa) euo(a)chamei.Oh! amigo(a), que bom te encontrar, unidos na amizade iremoscaminhar"(bis).(Melodia: Oh, suzana!!)3- O coordenador junta-se ao círculo e a pessoa escolhida, entoa a canção,ajudada pelo grupo, repetindo o mesmo que o coordenador fez antes. E assimprossegue o exercício até que todos tenham se apresentado.4- A última pessoa entoa o canto da seguinte maneira:"Quando vim para este grupo, mais amigos encontrei, como eu não tinhanome,de ...(cada um grita seu nome) eu o chamei.Oh! amigos(as), que bom nos encontrar, unidos lutaremos para o mundomelhorar (bis)"
 
Avaliação1- Para que serviu a dinâmica?2- Como nos sentimos?
 
de melhor fazer a ligação com o nome.4- O grupo discute os nomes, sentimentos ligados a eles, dificuldades quesentiram para lembrar de todos, suas reações em não ser lembrados, etc.5- O coordenador distribui outra folha em branco, na qual devem fazer alista dos nomes novamente, pedindo-lhes que acrescentem anotações emrelaçãoà primeira impressão que tiveram das pessoas, deixando a folha anônima.6- As folhas anônimas serão recolhidas, e o coordenador irá lê-las em vozalta: Os membros poderão reagir sobre a precisão ou relatividade dasimpressões, sobre o que sentiram, o que lhes surpreendeu, etc.7- O grupo discutirá a precisão dos dados da primeira impressão, os efeitosda mesma e suas reações sobre a experiência.Avaliação:- Como estamos nos sentindo?- Do que mais gostamos?34
Dinâmica: - Personagens
Destinatários: Grupos de jovens ou de adultos; caso haja muitosparticipantes, formam-se equipes.Material: O animador deve preparar, previamente, um pôster em que apareçauma figura humana sobre um ponto de interrogação. Um cartão para cadapessoa.Desenvolvimento:- Distribuído o cartão aos participantes, o animador passa à motivação doexercício."Raramente encontramos um ser humano que não admire alguém: um héroi,umsanto, um cientista... ou mesmo pessoas comuns, mas cuja a vida lhe causouimpacto. Hoje iremos apresentar ao grupo alguns comentários acerca dessapessoa a quem admiramos, seja ela viva ou morta, não importa suanacionalidade, nem tampouco seu prestígio junto a sociedade."- Convidam-se os presentes a anotarem no cartão o nome da personagem easrazões de sua admiração.- Logo após, reúnem-se em equipe e cada qual indica sua personagem e osmotivos de sua admiração, após o que, os demais podem fazer perguntas. Épreciso evitar que as preferências das pessoas sejam questionadas.4- Avaliação da experiência:
 
- Para que serviu o exercício?35
Dinâmica: - Cartões Postais
Objetivos- Quebrar gelo- Integrar os participantes do grupo.Passos1- O coordenador fixa cartões postais numerados num lugar visível ao grupo.2- Coordenador convida os presentes a observarem em silêncio os postais,.escolhendo cada qual o que mais lhe agrada e também aquele de que menosgosta. Cada um escreve no caderno, o porquê da escolha.3- O grupo observa e escolhe os postais, de acordo com a orientação docoordenador.4- No plenário, cada pessoa comenta sua escolha; em primeiro lugar, indicamos postais que não lhes agradaram e, a seguir, aqueles de que maisgostaram.Avaliação- O que descobrimos acerca dos demais, através desse exercício?- Como nos sentimos?
36 Dinâmica: - A foto Preferida
1- Objetivos:- Começar a integração do grupo, partindo do conhecimento mútuo. - Romper o gelo desde o princípio, a fim de desfazer tensões.2- Destinatários: Grupos de jovens ou de adultos; se os participantes forem numerosos, convém organizar-se em equipes.3- Material: Oito fotografias tamanho pôster, numeradas, apresentando cenas diversas, colocadas em lugar visível a todos.3- Desenvolvimento:- A motivação é feita pelo animador, com as seguintes palavras: "Em nossa comunicação diária, nós nos servimos de símbolos para expressar coisas, identificar pessoas, acontecimentos e instituições: neste momento, vamos fazer algo semelhante".- Convida os presentes a observarem as fotografias em silêncio e escolher aquela com que melhor se identificarem.- A seguir, em equipe, cada qual indica a foto escolhida e faz seus comentários sobre ela. Os demais participantes podem interferir, fazendo perguntas. 4- Avaliação:- Para que serviu o exercício?
 
- Como nos sentimos durante a experiência?
37 Dinâmica: - A Palavra Chave
1- Destinatários: Grupos de jovens ou de adultos. Pode-se trabalhar emequipes.2- Material: Oito Cartões para cada equipe. Cada um deles contém umapalavra: Amizade, liberdade, diálogo, justiça, verdade, companheirismo,bravura, ideal, etc. Os cartões são colocados em um envelope.3- Desenvolvimento:- O animador organiza as equipes e entrega o material de trabalho.- Explica a maneira de executar a dinâmica. As pessoas retiram um doscartões (do envelope); cada qual fala sobre o significado que atribui àpalavra.- A seguir, a equipe escolhe uma das palavras e prepara uma frase alusiva.- No plenário, começa-se pela apresentação de cada equipe, dizendo o nomedos integrantes e, em seguida, a frase alusiva à palavra escolhida.5- Avaliação:- Para que serviu o exercício?- Como estamos nos sentindo?
38 Dinâmica: - Conhecer pelas Figuras
1- Objetivo:- Conhecer pelas figuras.- Quebrar gelo2- Passos:- Espalhar pela sala vários recortes de jornais, revistas, folhinhas,propagandas, etc (as figuras devem ser as mais variadas possível, com temasbem diferentes, para dar maiores possibilidades de escolha aosparticipantes).- Os participantes passam diante das figuras, observando-as atentamente.Umamúsica de fundo para favorecer o clima.- Dar tempo suficiente para conhecer todas as figuras, o coordenador dá umsinal e cada participante deverá apanhar a figura que mais lhe chamou aatenção.- Formar pequenos grupos e cada participante vai dizer para seu grupo por que escolheu a figura.
 
- O grupo escolhe alguém para anotar a apresentação de cada um e expor emplenário.- Faz-se um plenário onde o representante de cada grupo apresenta asanotações e a figura que representa o pensamento do grupo.- O coordenador faz um comentário final, aproveitando tudo o que foiapresentado e chamando a atenção para aquelas figuras que estão maisrelacionadas.3.Avaliação:- Como nos sentimos ??- Que proveito tiramos dessa dinâmica ??
 
equipes devem ser breves, exigindo a utilização de cada letra apenas umavez. Exemplos: apito, sol disco, barco, livro, caderno, goma, lápis,pulseira, meia, trem, etc.4- Avaliação:- Para que serviu a dinâmica??46
Dinâmica: - Varrendo Bolas
1- Destinatários: Grupos de Jovens ou adultos2- Material: 15 bolas e uma vassoura para cada equipe (sendo as bolas decores diferentes para cada equipe).3- Desenvolvimento:- O animador divide o grupo em duas equipes, com igual número deintegrantes. Colocam-se em filas paralelas, na linha de partida; em frente aelas, espalha-se uma quantidade de bolas. O primeiro representante de cadafila recebe uma vassoura. Dado o sinal, saem varrendo as bolas até à meta edepois passam a vassoura para a segunda pessoa, que deverá varrê-la dametapara a linha de partida, e assim sucessivamente. A equipe vencedora seráaquela que primeiro terminar com a participação de todos os seusintegrantes.4- Avaliação:- Para que serviu a dinâmica ?
47 Dinâmica: - Mister Balão
1- Destinatários: Grupos de jovens ou de adultos.2- Material: 15 Balões por equipe.3- Desenvolvimento:- O animador divide o grupo em equipes. Cada uma delas escolhe umrepresentante para o concurso de "Mister Balão". A um sinal do animador,cada equipe procura "rechear" seu candidato até que fique repleto de balões.Dispõem de três minutos para executá-lo. Ganha a equipe que conseguir "rechear"seu representante com o maior número de balões. O exercício érepetido por diversas vezes.4- Avaliação:- Para que serviu a dinâmica??
48 Dinâmica: - Corrida com bolas
1- Destinatários: Grupos de jovens ou de adultos.2- Material: uma bola para cada pessoa; uma bandeja e um saco para cadaequipe.3- Desenvolvimento:- O animador divide o grupo em equipes, que se colocam em filas paralelas de
 
partida. Os primeiros representantes de cada equipe recebem, no menor tempopossível, a bola sobre a bandeja até à meta. As bolas que chegam a seudestino são depositadas no saco. Logo a seguir, a segunda pessoa repete omesmo procedimento, e assim sucessivamente, até que todos os integrantestenham participado. Vence a equipe que terminar primeiro o transporte desuas bolas.4- Avaliação:- Para que serviu a dinâmica ??
49 Dinâmica: - Inflando balões
1- Destinatários: Grupos de jovens.2- Material: 15 balões para cada equipe e barbante ou linha para amarrar aboca dos balões.3- Desenvolvimento:- O animador divide o grupo em equipes. Cada qual recebe uma quantidadedebalões, sem ar. A um sinal do animador, e no espaço de dois minutos, asequipes procuram inflar todos os seus balões. Ganha a equipe que conseguir amaior quantidade.4- Avaliação:- Para que serviu a dinâmica??
50 Dinâmica: - Meu Vizinho
Formação : todos em círculoDesenvolvimento:O animador começa o jogo dizendo : "O meu vizinho é ..." ( aqui diz umaqualidade ). Conforme a letra que inicia a palavra dita, todos os outros jogadores devem dizer palavras que se iniciem com a mesma letra. Por ex.,se o animador disser: "Meu vizinho é corajoso", todos os demais jogadoresdirão palavras com a letra "C". Não podem repetir palavras. Terminada aprimeira rodada, o animador escolhe outra letra e assim por diante prossegueo jogo.AUXÍLIO PARA DIÁLOGO NO GRUPO51
Dinâmica: - Escolha dos bichos "mais"
1- Objetivos:- Cultivar uma boa convivência no grupo, na amizade e na verdade;- Perceber as razões da falta de fraternidade e dos conflitos que surgem nogrupo de jovens, no grupo de trabalho;
 
- Rever as próprias atitudes, para tentar mudar.2- Passos:- Cada participante recebe um papel onde está escrito o nome de um bicho,com algumas características, procurando interiorizá-las e expressá-las nogrupo em forma de dramatização.Exemplo:A Cobra: É traiçoeira, perigosa, esperta e oportunista, envenena o grupo, éfofoqueira e quer ver o circo pegar fogo.O gato: Companheiro, prestativo, carinhoso, esperto.A borboleta: Não é acomodada. Alegra o ambiente, integra.O papagaio: Fala, fala, não fala nada que contribua. É inteligente, aprendeo que os outros fazem, tanto o bem como o mal.O cavalo: Dá patadas em todos.O pavão: Fica sempre de leque aberto. Acha que é mais bonito, maisinteligente, aquele que sabe mais.O Boi: Sossegado, tranquilo, é esforçado e topa qualquer trabalho.O pombo: Sempre se preocupa em conversar com os companheiros.O urubu: Só vê carniça. É pessimista, descrente. Só gosta de coisa ruim.Quer ver o grupo morrer.A formiga: É operária, trabalhadeira, trabalha sempre em grupo.Galinha d'Angola: Fala a mesma coisa o dia inteiro: "Tô fraco". Não acreditaem si mesma, mas tem que falar.O bicho preguiça: Vagaroso, preguiçoso. Nunca faz nada. Está sempre"pendurado" nos outros.- O animador verifica se todos compreendem os diferentes papéis (animais),podendo acrescentar outros, se necessário.- O animador observe que cada animal expressa características positivas ounegativas. Nunca as duas juntas.- Colocar em papelógrafo o comportamento dos animais e afixar na parede.
 
- Trabalho em grupo:a) Quais desses animais encontramos em nosso ambiente de trabalho?b) Analisar 3 bichos considerados mais importantes para o grupo.- Plenário
 
lêema lista e escolhem três bichos que mais se assemelham a ele;- Dos três bichos escolhidos, ficar com apenas um com o qual se identifica;- Grupos por bichos escolhidos - grupos dos gatos, grupo dos macacos, etc...- durante 15 minutos partilhar o por quê escolheu tal bicho e como semanifestam as características no dia-a-dia da própria vida.3- Em plenário:- Os grupos apresentam o seu bicho de forma criativa, com encenação,dramatização, colocando as características do bicho escolhido.- Comentários:a) o que chamou a atenção, o que faltou, etc;b) significado para o nosso grupo.
OS BICHOS
01- Leão: Rei da reunião. Quando urra, todos participam. Os ratinhos trememà sua frente. Não é agressivo. Está certo de sua superioridade. Bocejadespreocupadamente, pacientemente, com as peraltices dos outros.02- Hiena: Não tem opinião própria. Aprova sempre o leão. Sempre recordaoque o leão disse.03- Tigre: É um leão ressentido por não ser reconhecido como rei pelo grupo.Fica de mau humor, às vezes mais competente que o leão. É agressivo,irônico, irrita o grupo que o coloca na jaula, e não toma conhecimento desua presença.04- Raposa: Surpreende sempre o grupo; desvia o assunto; sofista, força oassunto. Jamais caminha em direção ao objetivo.05- Pavão: Mostra sempre a sua cultura. Não se interessa pelo objetivo epelo grupo. Não perde ocasião de mostrar seus conhecimentos. Preocupa-sesempre consigo mesmo.06- Cobra: Envenena as relações. Sempre de bote armado. Ai de quemcometeuma asneira. Provoca brigas e fica de fora.07- Papagaio: Fala por todos os poros; comenta tudo. Fala alto, grita.Ninguém lhe dá importância, nem ele próprio. Sempre por fora do assunto.08- Coruja: Não fala, presta muita atenção. Pisca quando não entende.assusta-se quando alguém a interpela. Pede desculpa quando intervém.09- Carcará: Não gosta de discussão. Irrita-se quando o grupo não progride.Quer decisões rápidas. Impaciente, levanta mas volta.10- Girafa: Pelo modo de sentar-se e rir, acha o grupo indigno de suaparticipação. Seu silêncio não permite saber-se se ela está por cima mesmo.11- Macaco: Anedoteiro, espirituoso, bagunceiro, inteligente e superficial.
 
Sempre faz rir; ninguém o leva a sério. anima, mas termina irritado. No fimestá amuado e sem graça.12- Gaivota; Voa pelo alto - abaixa. mas sobe logo. Vive solitária.13- Cão: Inteligente, fareja tudo, mas ladra demais. Faz muito barulho por pouco. Sempre vigilante para defender suas idéias.14- Boi: Obstinado, lento. Não acompanha o grupo. Devagar e sempre.15- Elefante: Sem sutileza. Leva tudo a peito. Não é feito para viver emgrupo. Quer ação. Quando intervém é para acabar a reunião.16. Gato: Mia para chamar a atenção. solicitado, se enrosca e não quer falar. Dengoso, prefere agir depois da reunião.17. Coelho: Simpático, ágil, pulador. Não tem planos. Não é conseqüente.Encolhe-se quando os maiores aparecem.18. Esquilo - Acanhado, fugido, embaraçado. Dificilmente participa. Quebrasozinho suas nozes. Se insistir muito, não volta.19. Pombo: Fica arrulhando com o companheiro do lado. Só vive de par. Se ointerpelam, voa e volta ao companheiro.20. Araponga: Sempre igual e vibrante. Tem idéia fixa. Só tem uma idéia. Éincapaz de seguir uma reunião.21. Pica-Pau: Pega uma idéia e pulveriza-a. Não tem objetivos. Só sabe picar idéias. Na discussão fica picando o que ficou para trás.22. Aranha: É mestra em teia, onde se envolvem mosquitos e besouros. Nadiscussão amarra um fio no outro. Não prepara plano, prepara armadilha.23. Ouriço: Fica espinhento por tudo. Para ele, no grupo, não há idéias;tudo são intenções.24. Antílope: É arisco. Sempre farejando o ar para ver se não o querem pegar de surpresa. Está sempre de sobreaviso. Não acredita em ninguém.25. Hipopótamo: Fica mergulhado no assunto. Não sai das discussões.Sempremergulhado.26. Ratinho: Nunca aparece, mas caminha entre todos. Rói as idéias. Passapela platéia às carreiras.27. Zebra: Em cada fase da discussão apresenta ponto de vista diferente. Nãosabe somar as idéias. É preto ou Branco.28. Camaleão: Está de acordo com todos. Vai para onde o leva o vento.29. Foca: Muito curiosa e imaginosa. Interessa-se por tudo e mexe em tudo.Adora brincar.30. Coati: Fuçador. Intromete o nariz nas coisas com o objeto debeneficiar-se. Uma vez satisfeito, perde o interesse.CELEBRAÇÕES
54 Dinâmica: Cegos, Surdos e Mudos
Ps.: Ter mural da realidade coberto por um lençol
 
1.Introdução: Diante de mais um dia da criação que se inicia vamos noscolocar diante da SS. Trindade em nome do Pai....Cantar o Salmo 51 (50)2.Recordando o 2º momento da celebração: Temos o anti-gênesis - Adesgraça!E nós muitas vezes agimos como: Cegos, Surdos e Mudos, diante dessasituação. Por isso vamos fazer a experiência de Servos: cegos, surdos emudos - fechando os olhos e ficando em silêncio - vamos tapar completamenteos ouvidos. Contamos até 20 bem devagar e destapamos apenas o ouvido.3- Ouvir o Evangelho - Mc 7,31-35 (em 2 vozes): Procurando perceber o queJesus diz e faz e nos colocando no lugar do surdo-mudo.4- De olho Fechados: dizer o que nos impede de vermos a realidade. (deixar colocarem)5-Ainda sem enxergar: Vamos acompanhar a leitura do Evangelho - noscolocando no lugar de Bartimeu e procurando perceber o que Jesus realiza!Ler em 4 vozes Mc 10,46-52.Meditar a música (enquanto isso tirar o lençol da realidade) no final abrir os olhos.6- Como recém-curado da cegueira vemos só o que é bonito. O que de bonitovemos na Criação (deixar colocar)7- Com um olhar atento veremos mais coisas - Outra realidade existindoparalelamente. Demos uma volta pelo mundo da realidade (mural) edestaquemos o que vimos em uma palavra (ter papel e pincel para por palavra)8-Temos uma corda (com pregadores e ter um desfiado no meio).De que lado vai arrebentar?? (Do lado mais fraco) Pede para que 2 pessoassegurem a corda e que o negativo da Realidade (palavras) sejam colocadasnacorda - com breve colocação)9- As curas que Jesus fazia Reintegrava na sociedade e levava o curado aservir. Como Recém-curados: da Surdez, da Mudez, e da Cegueira - vamosnoscolocar a Serviço do Reino: colocando o nosso ser em abertura eoferecimentopara que aproveitemos este encontro - denunciando a realidade de misériaquenos cerca.Canto Final
 
2- Logo após, explica como fazer o exercício: os participantes dispõem de 15minutos para anotar na folha as três notícias mais felizes de sua vida.3- As pessoas comentam suas notícias em plenário, a começar pelo animador,seguido pelo vizinho da direita e, assim, sucessivamente, até que todos ofaçam. Em cada uma das vezes, os demais participantes podem dar seuparecer e fazer perguntas.4- Avaliação. Para que serviu a dinâmica ?. O que descobrimos acerca dos demais ?
59 Dinâmica: - Todos Juntos (Canção/ Debate)
Destinatários: Grupos de Jovens ou de adultos formados a algum tempoMaterial: cópias da canção Amigo, um k7 com a canção ou alguém quepossacantá-la com acompanhamento.Desenvolvimento:1 - O animador distribui o material e convida a ouvir a canção.2 - O grupo entoa a canção. Ao terminá-la, começa o debate.3 - As respostas serão comentadas em plenária. o animador ajuda a associar amensagem da canção à vida do grupo.Para isso as seguintes perguntas podem servir de apoio:. O que é preciso para se construir uma vedadeira amizade ?. Quais são, no grupo, os elementos que nos separam ?. Que pode ser feito para fortalecer a união do grupo ?4 - Avaliação:. Para que serviu a dinâmica ?60
Dinâmica: - A família ideal
Destinatários: grupos de jovens que se reúnem a algum tempo.Material: oito corações de papel; em cada um deles estará escrito umacaracterística da família ideal: comunicação, respeito, cooperação, união,compreensão, fé , amizade, amor.Desenvolvimento;1- O animador convida os presentes a formarem, espontaneamente, equipesemnúmero não inferior a cinco pessoas. Escolhem um nome de família e,
 
colocando-se a uns cinco metros do animador, ouvem as regras da dinâmica.A dinâmica consiste em descobrir a equipe que melhor reflete ascaracterísticas de uma família ideal. Para isso, todos devem enfrentar umasérie de provas. Para algumas, são concedidos vários minutos de preparação.Outras, porém, devem ser realizadas de imediato. A família (equipe) quevence uma prova, recebe um coração. As últimas atividades realizam-se emconjunto (duas equipes se unem).2- O animador vai propondo as equipes as diferentes provas:a) A família que chegar primeiro junto a ele, com a listade todos os seus integrantes, recebe o coração daComunicação.b) A família que melhor representar uma cena familiar,recebe o coração do Respeito. Dispõem de quatro minutos para apreparação desta prova.c) A família que conseguir formar primeiro uma roda decrianças, recebe o coração da Cooperação.d) A família que conseguir primeiro cinco cadernos e cincolápis ou canetas, recebe o coração da Compreensão.e) A família que melhor representar, através da mímica, umensinamento de Jesus, recebe o coração do Amor. As equipesdispõem de quatro minutos para preparar esta prova.f) As famílias (nesta prova, trabalha-se em conjunto comoutra equipe) que apresentarem a Miss ou o Mister mais barrigudo (usam-se roupas), recebem o coração da União. As equipesdispõem de três minutos para se preparar.g) As famílias (as mesmas equipes em conjunto) que apresentarem o melhor conjunto vocal, recebem o coração da Amizade. As equipesdispõem de quatro minutos para se preparar.h) As famílias (as mesmas) que apresentarem o melhor "slogan" pela igreja,recebem o coração da Fé. dispõem de quatro minutos para sepreparar.3- Em equipe avalia-se a experiência:. Para que serviu a dinâmica ?. Como cada um se sentiu durante o exercício ?. Como foi a participação de sua equipe ?4- As respostas são comentadas em plenário e, a seguir, associa-se estaexperiência à vida do grupo.. De que maneira podemos associar a dinâmica à vida do grupo ? . Quepodemos fazer para que haja mais integração ?
61 Dinâmica: Destinatários: grupos de jovens formados há algum tempo
Material:Cada pessoa deve trazer para o encontro uma recordação, um objeto que
 
guarda por algum motivo especial.O animador deve confeccionar previamente um baú, onde serão depositadasasrecordações , e uma pequena chave numerada para cada integrante. Anumeraçãoda chave indica a ordem de participação.O animador coloca o baú sobre uma mesa, no centro do grupo. Ao lado dele,encontram-se as chaves numeradas. À medida que os participantes vãochegando, depositam sua recordação no baú, retiram uma chave e vãoocupar seu assento, formando um círculo em volta do baú.Desenvolvimento:1- O animador motiva o exercício com as seguintes palavras: "Nós, sereshumanos, comunicamo-nos também através das coisas ... os objetos queguardamos como recordações revelam a nós mesmos, assim como expressaaosdemais, algo de nossa vida, de nossa história pessoal e familiar ... Aocomentarmos nossas recordações, vamos revelar, hoje, parte dessa história.Preparemos nosso espírito para receber este presente tão preciosoconstituído pela intimidade do outro, que vai partilhá-la gratuitamenteconosco".2 - O animador convida a pessoa cuja chave contenha o número 01 a retirar sua recordação do baú, apresentá-la ao grupo e comentar o seu significado;os demais podem fazer perguntas. Assim se procede até que seja retirada aúltima recordação. O animador também participa.3- Avaliação:. Para que serviu o exercício ?. Como nos sentimos ao comentar nossas recordações ?. Que ensinamento nos trouxe a dinâmica ?. O que podemos fazer para nos conhecermos cada vez melhor ?
 
Versículos Bíblicos:
II Timóteo 2:15II Timóteo 3:16, 17Hebreus 4:12Tiago 1:22O segredo de um bom julgamento“A medida com que tiverdes medido vos medirão também” – Lucas 6:38Tire cópias do texto abaixo e distribua aos participantes. Peça que cada umleia atentamente e pontue da maneira que achar conveniente, sem quecomentem com ninguém. O texto revelará fatos concernentes à vida moral doindivíduo em questão.Depois de terminada a tarefa, peça que os participantes dêem uma nota paraa vida moral desta pessoa. Dez (10) para excelente, zero (0) para horrível.Ele é ainda um rapaz mas já tem experiência no vício e na maldade ele nuncase encontra em oposição às obras da iniqüidade ele tem prazer na queda dopróximo ele nunca se alegra na destruição da paz da sociedade ele não temprazer em servir ao Senhor ele é diligente em semear a discórdia entre seusamigos e conhecidos ele não se orgulha de promover a causa de Cristo elenão se descuida em destruir a Igreja ele não se esforça para submeter suaspaixões malignas ele luta com todas as forças para edificar o reino de Satanásele não colabora para espalhar o Evangelho entre os perdidos ele contribuigenerosamente para o inferno ele não irá para o céu ele deve ir para ondereceberá a justa recompensa.Nota_____ 
Nota:
 
Dependendo de como foi sua pontuação, você pode ter classificado estapessoa de duas maneiras: Santo ou Canalha.Não seja precipitado julgando à primeira vista. Pergunte a todos se algumavez já fizeram um julgamento errado a respeito de uma pessoa e serelacionaram com esta pessoa com bases neste julgamento?
Exemplo do texto julgando-o Santo
Ele é ainda um rapaz mas já tem experiênciano vício e na maldade ele nunca se encontraem oposição às obras da iniqüidade ele tem prazer na queda do próximo ele nunca se alegrana destruição da paz da sociedade ele não tem prazer em servir ao Senhor ele é diligenteem semear a discórdia entre seus amigos e conhecidos ele não se orgulhade promover a causa de Cristo ele não se descuidaem destruir a Igreja ele não se esforçapara submeter suas paixões malignas ele luta com todas as forçaspara edificar o reino de Satanás ele não colaborapara espalhar o Evangelho entre os perdidos ele contribui generosamentepara o inferno ele não irápara o céu ele deve ir para onde receberá a justa recompensa.
O mesmo texto classificando-o de canalha
Ele é ainda um rapaz mas já tem experiência no vício e na maldadeele nunca se encontra em oposição às obras da iniqüidade
 
ele tem prazer na queda do próximoele nunca se alegra na destruição da paz da sociedadeele não tem prazer em servir ao Senhor ele é diligente em semear a discórdia entre seus amigos e conhecidosele não se orgulha de promover a causa de Cristoele não se descuida em destruir a Igrejaele não se esforça para submeter suas paixões malignasele luta com todas as forças para edificar o reino de Satanásele não colabora para espalhar o Evangelho entre os perdidosele contribui generosamente para o infernoele não irá para o céuele deve ir para onde receberá a justa recompensa.
 
Guerreiros com guerreiros fazem zigue, zigue zá (Refrão que repete duasvezes)
1º MODO NORMAL:
Os escravos de jó jogavam cachangá (PASSANDO SEU TOQUINHO PARA OOUTRO DA DIREITA);os escravos de jó jogavam cachangá (PASSANDO SEU TOQUINHO PARA OOUTRO DA DIREITA);Tira (LEVANTA O TOQUINHO), põe (PÕE NA SUA FRENTE NA MESA), deixao zé pereira ficar (APONTA PARA O TOQUINHO NA FRENTE E BALANÇA ODEDO);Guerreiros com guerreiros fazem zigue (PASSANDO SEU TOQUINHO PARAO OUTRO DA DIREITA), zigue (VOLTA SEU TOQUINHO DA DIREITA PARAO COLEGA DA ESQUERDA), zá (VOLTA SEU TOQUINHO PARA O OUTRODA DIREITA) (Refrão que repete duas vezes).
2º MODO:
 Faz a mesma seqüência acima só para a esquerda
3º MODO:
 Faz a mesma seqüência acima sem cantar em voz alta, mas canta-se emmemória.
4º MODO:
 Faz a mesma seqüência acima em pé executando com um pé.
5º MODO:
 Faz a mesma seqüência acima com dois toquinhos, um para cada lado.
82. Dinâmica da "Escultura"
Esta dinâmica estimula a expressão corporal e criatividade.2 x 2 ou 3 x 3, os grupos devem fazer a seguinte tarefa
:
Um participante trabalha com escultor enquanto os outros ficam estátua(parados). O escultor deve usar a criatividade de acordo com o objetivoesperado pelo Coordenador, ou seja, pode buscar :-estátua mais engraçada-estátua mais criativa-estátua mais assustadora-estátua mais bonita, etc.
 
Quando o escultor acabar (estipulado o prazo para que todos finalizem), seutrabalho vai ser julgado juntamente com os outros grupos. Pode haver premiação ou apenas palmas.
83. Dinâmica da "Sensibilidade"
Dois círculos com números iguais de participantes, um dentro e outro fora. Ogrupo de dentro vira para fora e o de fora vira para dentro. Todos devem dar as mãos, sentí-las, tocá-las bem, estudá-las. Depois, todos do grupo internodevem fechar os olhos e caminhar dentro do círculo externo. Ao sinal, oCoordenador pede que façam novo círculo voltado para fora, dentro dorespectivo círculo. Ainda com os olhos fechados, (proibido abrí-los), vãotocando de mão em mão para descobrir quem lhe deu a mão anteriormente. OGrupo de fora é quem deve movimentar-se. Caso ele encontre sua mãocorreta deve dizer _Esta! Se for verdade, a dupla sai e se for mentira, volta afechar os olhos e tenta novamente.Obs: Essa dinâmica pode ser feita com outras partes do corpo, ex: Pés,orelha, olhos, joelhos, etc. Tem o objetivo de melhorar a sensibilidade,concentração e socialização do grupo.
84. Dinâmica do “Mestre"
Em círculo os participantes devem escolher uma pessoa para ser oadivinhador. Este deve sair do local. Em seguida os outros devem escolher um mestre para encabeçar os movimentos/ mímicas. Tudo que o mestre fizer ou disser, todos devem imitar. O adivinhador tem duas chances para saber quem é o mestre. Se errar volta e se acertar o mestre vai em seu lugar.Esta dinâmica busca a criatividade, socialização, desinibição e acoordenação.
85. Dinâmica do "Rolo de Barbante"
Em círculo os participantes devem se assentar. O Coordenador deve adquirir anteriormente um rolo grande de barbante. E o primeiro participante deve,segurando a ponta do barbante, jogar o rolo para alguém (o coordenador estipula antes ex: que gosta mais, que gostaria de conhecer mais, que admira,que gostaria de lhe dizer algo, que tem determinada qualidade, etc.) que elequeira e justificar o porquê! A pessoa agarra o rolo, segura o barbante e jogapara a próxima. Ao final torna-se uma "teia" grande.Essa dinâmica pode ser feita com diversos objetivos e pode ser utilizadatambém em festas e eventos como o Natal e festas de fim de ano. Ex: cada
 
pessoa que enviar o barbante falar um agradecimento e desejar feliz festas.Pode ser utilizado também o mesmo formato daDinâmica do Presente.
86. Dinâmica do "Substantivo"
Em círculo os participantes devem estar de posse de um pedaço de papel ecaneta. Cada um deve escrever um substantivo ou adjetivo ou qualquer estipulado pelo Coordenador, sem permitir que os outros vejam. Em seguidadeve-se passar o papel para a pessoa da direita para que este represente emforma de mímicas. Podendo representar uma palavra mais fácil, dividí-la eajuntar com outra para explicar a real palavra escrita pelo participante, mas éproibido soltar qualquer tipo de som
 
inteligentes, mas a sociedade muitas vezes os impede que desenvolvamsua inteligência. Agora passe o presente para quem você acha maissimpático.8.Para comemorar a escolha distribua largos sorrisos aos amigos, omundo está tão amargo e para melhorar um pouco necessitamos depessoas simpáticas como você. Parabéns pela simpatia, não fique triste,o presente não será seu, passe-o a quem você acha mais dinâmica.9.Dinamismo é a fortaleza, coragem, compromisso e energia. Seja sempreagente multiplicador de boas idéias e boas ações em seu meio.Precisamos de pessoas como você, parabéns, mas passe o presente aquem você acha mais solidário.10.Solidariedade é a coisa rara no mundo em que vivemos, de pessoasegocêntricas. Você está de parabéns por ser solidário com seuscolegas, mas o presente não será seu, passe-o a quem você acha maisalegre.11.Alegria!!! Você nessa reunião poderá fazer renascer em muitos coraçõesa alegria de viver, pessoas alegres como você transmitem otimismo ealto astral. Com sua alegria passe o presente a quem você acha maiselegante.12.Parabéns a elegância completa a citação humana e sua presença setorna mais marcante, mas o presente não será seu, passe-o para aqueleamigo que você acha mais bonito.13.Que bom!!! Você foi escolhido o amigo mais bonito entre o grupo, por isso mostre desfilando para todos observarem o quanto você é bonito.Mas o presente não será seu, passe-o para quem lhe transmite paz.14.O mundo inteiro clama por paz e você gratuitamente transmite esta tãoriqueza, parabéns!!! Você está fazendo falta as grandes potências domundo, responsáveis por tantos conflitos entre a humanidade. Opresente é seu!!! Pode abri-lo. (espere a pessoa começar a abrir opresente e antes de completar, pede para esperar um pouco e continualendo). Com muita paz, abra o presente e passe-o a todos os seusamigos e deseje-lhes em nome de todos nós, muita paz.Referência Bíblica: Malaquias 3:10Material: Calculadora e um quadro de giz ou um pedaço grande de papel ecanetinhas.Objetivo: Ensinar às crianças que dízimo é 10% de tudo o que ganhamos.
 
1. Peça que as crianças falem em valores: peça exemplo de quanto ganhamde mesada ou por tarefas e trabalhos que cumprem.2. Escreva estes valores no quadro ou no papel.3. Pergunte se alguém sabe quanto é dez por cento de 1 real. Dê tempo paraas respostas.4. Calcule 10% para cada valor anotado no quadro, mostre a calculadora paraum voluntário que irá dizer o resultado. Escreva o resultado junto a cada valor escrito no quadro.5. Faça alguns exemplos simples de matemática para mostrar que Deus nãoquer muito de nós. Ele apenas quer de volta o que é dele.
93 Enfrentando Desafios com Fé.Objetivo:
Despertar na criança a confiança em Deus para enfrentar e superar osproblemas.Mostrar que a nossa fé é a força para a caminhada cristã e só por elavenceremos os obstáculos que dificultam a nossa missão.
Material:
Bola pequena, Dez vasilhames de refrigerante descartáveis,transparentes e com tampa; tinta guache (diversas cores) e onze eiquetasadesivasPrimeiramente, vamos encher as garrafas com água. Para dar um colorido acada uma das garrafas é só misturar um pouco de guache na água.Escreva nas etiquetas dez obstáculos que dificultam a missão de evangelizar e que nos afastam de Deus, como por exemplo: egoísmo, inveja, etc. Peçasugestões as crianças do grupo.Na bola você irá afixar uma etiqueta com a palavra FÉ.Começa o jogo, todos deverão mirar os obstáculos e jogar a bola para tentar derrubá-los. Ganha quem conseguir derrubar todos os obstáculos.Termine fazendo uma reflexão, mostrando que aqueles que crêem em Deussão capazes de superar esses obstáculos e realizar grandes obras em Seunome
 
É preciso cuidado até mesmo com as pessoas que freqüentam asigrejas, pois podem não ser verdadeiramente convertidas ou nãolevarem o relacionamento com Deus a sério;
c) impor limites no relacionamento
 – O namoro “moderno”,seguindo o padrão dos incrédulos, está deformado. Neste, aintimidade sexual ou as práticas que levam a uma intimidadecrescente, são normais. Mas o namoro do cristão não pode ser assim. O aconchego excessivo é prejudicial, pois pode levar ao“abrasamento”, e é muito difícil que os jovens namorados“abrasados” não terminem por chegar ao ato sexual, coisa que épecado diante de Deus, pois o sexo é bênção de Deus para oscasados. Fora do casamento, as práticas sexuais são fontes deimpureza, vergonha e pecado;
d) não usar o beijo como estímulo sexual
 – O beijo tem o seulugar no namoro. É um instrumento de afeto e carinho. O beijo naface, nas mãos e até nos lábios, pode ser praticado sem que orespeito, o afeto, o carinho e a dignidade do testemunho cristãosejam atingidos e transformados em estímulos pecaminosos. Maso beijo “ardente”, com “corpos colados”, “em oculto”, é –inevitavelmente – fonte de estímulo sexual. Neste caso, o beijodesperta a lascívia e é a porta de entrada para a fornicação(intimidade sexual entre não casados). O jovem cristão não podeseguir este modelo;
e) adotar práticas devocionais no namoro
– O jovem deveconversar com Deus sobre sua vida, orar, ler a Bíblia, freqüentar os cultos e reuniões da Igreja. Muitos jovens, quando começam anamorar, param de ir à igreja, se afastam, se isolam dos irmãos nafé. O namoro cristão não pode ser assim;
f) namorar com dignidade e respeito
 – No namoro equilibradoprevalece o tratamento recíproco de dignidade, respeito, fidelidadee valorização do outro;
g) esperar o tempo certo e a pessoa certa para namorar ecasar 
 – Qual seria o tempo certo para namorar e casar? O tempocerto é o da maturidade. É quando há maturidade física e mental(ou psicológica), para assumir os compromissos comresponsabilidade. Jovens muito novos são, potencialmente,imaturos para o namoro. Os pais e responsáveis não deviamestimular ou tratar com naturalidade os casos de precocidade nointeresse de jovens – ainda crianças – pelo namoro. Por outrolado, cada jovem (ou cada solteiro) precisa esperar encontrar a
 
pessoa certa para o namoro e casamento. Não basta ser cristão eagradar à vista. É preciso que Deus confirme essa aproximação eamizade. Também não é certo alimentar um sentimento de afliçãoe ansiedade pela demora em encontrar uma companhia para onamoro e, conseqüentemente, para o casamento, mas, sim,procurar confiar e esperar em Deus! (Sl 84.11).
Não desprezar as orientações do seu pastor 
– Conversar sempre com opastor sobre seus planos, é fator importantíssimo para a vida do jovem. Ele éministro de Deus e foi constituído para orientar o povo de Deus, segundo osprincípios das Escrituras e do bom-senso cristão. É uma perda quando opastor da Igreja não tem conhecimento dos planos, das dúvidas, dasexpectativas, das decisões, das experiências, dos namoros, relacionados aos jovens do seu rebanho. Os pais cristãos, por sua vez, devem recomendar queos filhos procurem o pastor sobre seus problemas (Hb 13.17), sem abrir mãodo seu dever de orientar os filhos no caminho do Senhor (Ef 6.4).Finalmente, o jovem cristão deve ser forte sempre, não desprezar a lei deDeus, não desistir da certeza de que Deus tem o melhor plano para sua vida,esperar nele com confiança e paciência. Guardar no coração a palavra doSenhor:
“De que maneira poderá o jovem guardar puro o seu caminho? Observando-o segundo a tua palavra.” 
(Sl 119.9).
 
111 -CÍRCULO FECHADO
Desenvolvimento: O professor pede a duas ou três pessoas que saiam dasala por alguns instantes. Com o grupo que fica combinará que eles formarãoum círculo apertado com os braços entrelaçados e não deixarão de formanenhuma os componentes que estão fora da sala entrar no círculo. Com oscomponentes que estão fora o professor combinará que eles devem entrar efazer parte do grupo. Depois de algum tempo de tentativa será interessantediscutir com o grupo como se sentiram não deixando ou não conseguindoentrar no grupo.
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Muitas vezes formamos verdadeiras “panelas” e nãodeixamos outras pessoas entrar e se sentir bem no nosso meio. Como temosagido com as pessoas novas na igreja?
112 -RÓTULO
Material necessário:

Etiquetas adesivas e pincel atômico
Desenvolvimento:
divida a sala em vários grupos (com 5 a 6 integrantes),prenda na testa de cada integrante do grupo uma etiqueta com uma dasconsignas: sábio, ignorante, líder, bobo, mentiroso, bondoso, etc. Proponhaum tema a ser discutido nos grupos, essa discussão, no entanto, serárealizada de acordo com a consigna que cada pessoa levará na testa.
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Muitas vezes rotulamos as pessoas e não damos valor ao queela realmente é. Jesus nos ensinou a olharmos o interior e não o exterior daspessoas.
113 -GARRAFAS DE GRAÇA
Material necessário:
Uma garrafa de refrigerante vazia.Desenvolvimento
-
Todos sentados em círculo. O professor coloca a garrafadeitada no chão no centro da sala e a faz girar rapidamente, quando ela parar estará apontando para alguém e dará uma palavra de encorajamento ouestímulo à essa pessoa. A pessoa indicada pela garrafa terá então a tarefa degirá-la e falar palavras de encorajamento para quem ela apontar e assimsucessivamente.
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:
as boas palavras edificam (1 Pe 4:10,11; Ef 4:29,30; Pv12:25).
 
114 -CAMINHANDO ENTRE OBSTÁCULOS
Material necessário:
garrafas, latas, cadeiras ou qualquer outro objeto quesirva de obstáculo, e lenços que sirvam como vendas para os olhos.
Desenvolvimento:
Os obstáculos devem ser distribuídos pela sala. As pessoasdevem caminhar lentamente entre os obstáculos sem a venda, com afinalidade de gravar o local em que eles se encontram. As pessoas deverãocolocar as vendas nos olhos de forma que não consigam ver e permanecer paradas até que lhes seja dado um sinal para iniciar a caminhada. O professor com auxilio de uma ou duas pessoas, imediatamente e sem barulho, tirarãotodos os obstáculos da sala. O professor insistirá em que o grupo tenhabastante cuidado, em seguida pedirá para que caminhem mais rápido. Apósum tempo o professor pedirá para que todos tirem as vendas, observando quenão existem mais obstáculos.
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Discutir sobre as dificuldades e obstáculos que encontramosno mundo, ressaltando porém que não devemos temer, pois quem está comCristo tem auxílio para vencer. I Co. 10:12-13.
115 -DESEJAR AO PRÓXIMO O QUE DESEJA A SI MESMO
Material necessário:
lápis e papel
Desenvolvimento:
O professor formará um círculo e distribuirá para osmembros do grupo lápis e papel. Pedirá para cada um para escrever algumtipo de atividade que gostaria que o colega sentado à esquerda realizasse.Depois disso pedirá a cada um que leia o que escreveu e desempenhe atarefa que havia sugerido ao seu colega.
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Mostrar na prática que não devemos desejar ao próximo aquiloque não queremos para nós mesmos. Mateus 7:12.
116 -VIRTUDES E DEFEITOS
Material necessário –
Lápis e papel
Desenvolvimento -
O professor pedirá a cada participante que forme par comalguém ( havendo número ímpar, uma dupla se transformará em trio ). Emseguida distribuirá uma folha de papel a cada participante que deveráescrever duas coisas de que não goste em si mesmo, iniciando com aexpressão “Eu sou...”. Ao concluir, compartilhará com o parceiro. Na mesmafolha, deverá escrever 10 coisas que aprecie em si mesmo, iniciando com a
 
expressão: “Eu sou...”. Na maioria das vezes as pessoas sentem dificuldadede reconhecer suas qualidades, por isso o parceiro pode ajudar essa pessoasugerindo várias qualidades e virtudes que acha que o outro possui. Aoconcluir compartilhará com o parceiro
Compartilhar –
Todos somos dotados de qualidades e defeitos, quando nosconhecemos bem podemos trabalhar com as nossas limitações e deixar que oEspírito Santo tenha mais liberdade em nossas vidas. Reconhecer as nossasqualidades não deve servir para a nossa soberba, mas sim, para louvor aDeus.
117 -PAINEL SIGNIFICATIVO
Material necessário –
Papel pardo ou manilha, revistas, tesouras, colas

ecanetinhas coloridas.
Desenvolvimento –
Essa dinâmica é para ser usada após um curso, umapalestra ou uma aula. A classe se disporá em círculo e cada participantereceberá uma revista onde procurará uma figura ou qualquer outra coisa queexpresse uma lição que tenha tirado para sua vida da palestra ou aula dada.Cada um terá a oportunidade de falar sobre o seu recorte que colará no papelpardo ou manilha escrevendo uma palavra significativa ao lado.
Compartilhar –
Repensar em grupo sobre a mensagem ouvida e compartilhar os ensinamentos é de grande utilidade para o crescimento cristão


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